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Interchain Security da Cosmos14 min read

Interchain Security da Cosmos: provedoras, validadores, recompensas e slashing

Como a Interchain Security conecta cadeias provedoras e consumidoras, seleciona validadores, distribui recompensas e pode levar uma falha ao stake da provedora.

Neste guiaA provedora fornece validadores, mas não transfere o stake

Resumo breve

A Interchain Security permite que uma cadeia provedora forneça parte ou todos os seus validadores a uma consumidora. O stake continua na provedora; regras de participação, mensagens, recompensas e penalidades determinam o que é compartilhado e quais riscos permanecem.

A provedora fornece validadores, mas não transfere o stake

A ICS conecta cadeias Cosmos separadas por IBC. A provedora administra validadores; a consumidora usa os elegíveis para confirmar seus próprios blocos. Cada cadeia mantém seu livro-razão, token, taxas, software e governança. Segurança compartilhada não transfere o ATOM delegado: ele continua sob as regras de staking da provedora. A consumidora pode comunicar certas falhas.

Top N e opt-in definem quem participa

A consumidora não precisa copiar o conjunto inteiro da provedora. A Partial Set Security permite um subconjunto: Top N seleciona por uma parcela do poder de voto; opt-in deixa validadores elegíveis escolherem participar. Outros parâmetros podem limitar quantidade ou poder e aplicar listas de permissão e bloqueio. Confira o ID e a configuração atual, pois regras e lançamento variam.

Validar uma consumidora aumenta o trabalho operacional

O validador normalmente opera um nó separado para cada consumidora e segue suas instruções. Pode atribuir uma chave de consenso própria em vez de reutilizar a chave da provedora. Isso reduz algumas exposições, sem eliminar riscos operacionais ou de software. O delegador geralmente não opera o nó, mas seu stake na provedora pode estar sujeito às penalidades.

O stake dourado permanece na plataforma provedora com vários validadores; alguns conectam-se a uma consumidora separada, com fluxos distintos de recompensa e sinal de infração
Ilustração conceitual sem texto: parte dos validadores da provedora participa de uma consumidora independente, enquanto o stake fica na provedora e recompensas e infrações seguem caminhos distintos.

Atualizações passam por um canal CCV

A ICS envia alterações do conjunto por um canal Cross-Chain Validation sobre IBC. Um relayer transporta mensagens; cada cadeia verifica as provas do protocolo e aplica as próprias mudanças. Versões e regras de unbonding evoluíram, então um guia geral não pode prometer prazo extra de retirada. Verifique operações pendentes e a documentação atual das duas cadeias.

Falhas na consumidora podem afetar a provedora

A consumidora pode reportar indisponibilidade ou equivocation, como assinatura dupla. Conforme os parâmetros e as provas aceitas, a provedora pode colocar o validador em jail, reduzir o stake ou fazer ambos. A fração de slashing e o período de jail são específicos da cadeia. O stake próprio e as delegações podem ser afetados, assim como a participação em outras consumidoras.

Os guias oficiais atuais não descrevem de forma uniforme a penalidade por indisponibilidade: o guia de validadores diz que, no Hub, ela causa jail na provedora sem slash, enquanto a página de slashing iniciado pela consumidora descreve jail e slash conforme os parâmetros dela. Trate isso como uma questão de versão e configuração e confira a implementação ativa, os parâmetros e o caminho das provas da cadeia em questão.

Recompensas são opcionais e variáveis

A consumidora pode enviar periodicamente à provedora uma parcela configurada de taxas ou recompensas de bloco por IBC. Só denominações aceitas são distribuídas; pode haver exigência de participação por várias épocas. Exemplo hipotético: 12.000 unidades de receita e parcela de 25% resultam em 3.000 unidades destinadas ao fundo da provedora. Isso não informa valor de mercado, distribuição final nem APY; comissão, calendário, limites e preço do token alteram o resultado.

Compartilhar validadores não elimina riscos da cadeia

A consumidora mantém software, economia, governança, clientes IBC e aplicações próprios. Um subconjunto pode ser mais concentrado que o conjunto completo da provedora. Relayers podem atrasar mensagens; erros de aplicação e mudanças de governança continuam relevantes. A segurança dos validadores é apenas uma parte e não garante o token nem cada aplicação.

O que verificar antes de depender de uma cadeia ICS

Confirme provedora, ID da consumidora, Top N ou opt-in, limites e lista atual de validadores. Se validar ou delegar, confira chaves, software, disponibilidade, parâmetros de jail e slashing, recompensas aceitas, épocas necessárias e comissões. Veja também governança, clientes, relayers e o procedimento atual de saída. Staking e transferência de tokens são operações diferentes.

[Staking na Cosmos Hub: delegação e slashing](/learn/cosmos-staking-delegation-unbonding-slashing-validator-commission-explained) · [Transferências IBC e riscos de relayers](/learn/cosmos-ibc-transfer-clients-channels-packet-timeouts-relayer-risks-explained) · Staking cripto versus empréstimos DeFi

Perguntas frequentes

Q1A ICS transfere ATOM para a consumidora?

Geralmente não; o stake permanece na provedora e seus validadores participam conforme as regras da ICS.

Q2Toda consumidora usa todos os validadores da provedora?

Não. Top N, opt-in e limites podem selecionar apenas uma parte.

Q3Uma falha consumidora pode reduzir stake da provedora?

É possível conforme a prova e os parâmetros ativos da cadeia.

Q4As recompensas são garantidas?

Não; elegibilidade, distribuição, calendário, comissão e valor do token variam.

Fontes e leituras adicionais

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Pergunta 1 / 3

Pergunta 01

Onde o ATOM delegado normalmente fica quando o validador participa?

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